Como uma companhia de diálise com sede na Alemanha consegue alcançar sucesso na Rússia Ģý um país com 11 fusos horários diferentes e condições climáticas que variam significativamente de região para região? Para a Ģý, a resposta é clara: o espírito de pioneirismo, o compromisso de longa data, a expertise intercultural e a forte crença de que a transferência de conhecimento é um investimento que vale a pena.
Quando o Dr. Aleksey Myagkov estava estudando medicina em Moscou, nos anos 80, o ĢýSGD-8Ģý se tornou famoso na diálise soviética. Para ser mais exato, era quase infame. Ainda hoje, o sorriso do Dr. Myagkov fica um pouco mais amargo ao falar esse nome. Ele é Diretor Administrativo da subsidiária russa da Ģý baseada em Moscou, na companhia há cerca de 25 anos.
ĢýEssa abreviação não era um código ou um agente secreto como o 007Ģý, explica ele, Ģýmas uma máquina de diálise construída de acordo com o design soviéticoĢý. ĢýEssa abreviação não era um código ou um agente secreto como o 007Ģý, explica ele, Ģýmas uma máquina de diálise construída de acordo com o design soviéticoĢý. O Dr. Myagkov descreve a máquina como Ģýexasperadamente robustaĢý. Nunca funcionou tão bem, mas pelo menos funcionava. Afinal de contas, as autoridades governamentais não dispunham de dinheiro para comprar máquinas de diálise novas e melhores.
Quando iniciou sua carreira na Ģý, cerca de 20 anos atrás, Christina Winter era uma encarregada de vendas, responsável pela Ucrânia e Bielorrússia, entusiasmada com a internacionalidade da companhia: ĢýEra possível ouvir uma língua diferente vinda de cada sala. O fato de que os negócios fora da Alemanha também eram geridos pelo pessoal dos respectivos países trouxe uma percepção da proximidade com os clientes, que eu ainda não tinha experimentado em outras companhiasĢý. Para Christina, aprender Russo foi uma condição fundamental para ter acesso real à região e seu povo. Todos os membros da equipe já falam russo agora ou, pelo menos, têm conhecimento básico da língua.