HighVolumeHDF® tão fácil como HD
Eficiência operacional
A hemodiálise envolve uma grande quantidade de operações manuais ao redor da máquina de hemodiálise. O design ergonômico e a estrutura operacional lógica do 4008S V10 permitem um fácil manuseio e programação rápida e intuitiva dos parâmetros do tratamento. Os valores que importam são representados graficamente no monitor TFT-LCD de 10,4 polegadas, o qual facilita saber como está indo o tratamento, além de fornecer uma rápida visão geral do histórico.
(Reg. ANVISA/MS nº 80133950086)
BPM - Monitor de Pressão SanguÃnea.
Segurança para o paciente.
Totalmente integrado, o que simplifica ainda mais o tratamento para os executores de terapia. O BPM mede a pressão sistólica, diastólica, arterial média (MAP) e pulso, reduzindo o risco de hipotensão na diálise.
OCM® - Monitor de Clearance Online
Mais qualidade no tratamento
Diversos estudos demonstram que as taxas de morbidade e mortalidade estão intimamente correlacionadas à dose de diálise administrada.1, 2 O Monitor de clearance online (OCM®) permite o monitoramento contÃnuo de:
- Clearance in-vivo efetivo (K)
- Clearance de Plasma Acumulado (Kt) ou a dose atual de diálise administrada (Kt/V) Concentração de sódio plasmático.
PossÃveis desvios em relação ao objetivo da terapia prescrita podem ser detectados e corrigidos imediatamente durante o tratamento, sem incorrer em despesas adicionais com insumos ou esforço da equipe.
A avaliação precisa e não invasiva de Kt/V é consistente com os métodos convencionais, baseados em amostras de sangue possibilitada pelo volume de distribuição de ureia, medido com o Monitor de Composição Corporal (BCM).
DIASAFE® plus Ä¢¹½´«Ã½“ Filtro de fluÃdo de diálise
Remoção de endotoxinas, uma segurança a mais para a diálise
A qualidade e a pureza do fluido de diálise são de grande preocupação nas terapias de reposição renal modernas, já que grandes volumes de fluidos de diálise entram em contato com a corrente sanguÃnea do paciente durante cada tratamento. As endotoxinas presentes no fluido de diálise contaminado podem induzir reações agudas indesejáveis, e influenciar o resultado do tratamento a longo prazo em pacientes em hemodiálise, por conta de um estado inflamatório crônico.
O filtro de Fluido de Diálise DIASAFE® plus possibilita a produção segura do fluido de diálise ultrapuro. Isso é atribuÃdo a excelente capacidade de retenção de endotoxina das fibras de Polissulfona Fresenius e a um inteligente conceito de segurança, baseado em:
Dialisato ultrapuro é reconhecido como parte integrante de todos os equipamentos de diálise contemporâneos. Naturalmente, o DIASAFE® plus é um componente essencial da configuração básica de todas as máquinas atuais de diálise da Ä¢¹½´«Ã½.
Reg. ANVISA/MS nºÌý10322390002
4008S V10: O equilÃbrio perfeito entre Qualidade, Segurança e Economia
A 4008S V10 continua uma história de sucesso da muito conhecida série 4008, combinando o melhor tratamento de qualidade de HD, comprovada confiabilidade e eficiência operacional.
Qualidade comprovadaÌý
Mais moderno equipamento de uma série bem sucedida: 4008S V10.
Tratamento avançado
Tratamento de HD de alta qualidade para fornecer segurança e proteção ao seu paciente.
Eficiência operacional
Uso mais eficiente de recursos
| Dados gerais | |
|---|---|
| Dimensões 4008S Peso | 1370 x 500 x 650 mm (A x L x P) (incluindo conexão de shunt e suporte extensÃvel de concentrados) aprox. 86 kg |
| Abastecimento de água | |
| Pressão da entrada de água | 1.5 a 6.0 bar |
| Temperatura da entrada de água | 5 °C a 30 °C; para Ä¢¹½´«Ã½œenxague quente integradoÄ¢¹½´«Ã½œ 85 °C a 95 °C |
| Altura máx. do dreno | 1 m |
| Abastecimento de concentrado | |
| Pressão de abastecimento | 0 a 100 mbar; 1 m máx. altura da sucção |
| Fornecimento central | 1 concentrado ácido central (opcional) 0 a 500 mbar |
| Dados elétricos | |
| Fonte de energia | 100 a 240 V AC, 50 a 60 Hz |
| Consumo atual | Aprox. 9 A (a 230 V) y 15 A (a 110 V) |
| Conexões externas | Interface da rede para troca de dados com o Sistema de Gerenciamento de Dados da Terapia (opcional); entrada/saÃda para a conexão de equipamento secundário externo; alarme de entrada/saÃda (por ex., chamada de enfermeiros); análise para diagnóstico interno de computador |
| Bateria | 18 V; 3 Ah (livre de manutenção) |
| Circuito extracorpóreo | |
|---|---|
| Monitoramento de pressão arterial | |
| ³Õ²¹°ù¾±²¹Ã§Ã£´Ç do monitor | - 300 mmHg a + 280 mmHg |
| ·¡³æ²¹³Ù¾±»åã´Ç | ±10 mmHg |
| ¸é±ð²õ´Ç±ô³Üçã´Ç | 20 mmHg |
| Monitoramento da pressão venosa | |
| ³Õ²¹°ù¾±²¹Ã§Ã£´Ç do monitor | - 60 mmHg a + 520 mmHg |
| ·¡³æ²¹³Ù¾±»åã´Ç | ±10 mmHg |
| ¸é±ð²õ´Ç±ô³Üçã´Ç | 20 mmHg |
| Monitoramento da pressão transmembrana | |
| ³Õ²¹°ù¾±²¹Ã§Ã£´Ç do monitor | - 60 mmHg a + 520 mmHg |
| ¸é±ð²õ´Ç±ô³Üçã´Ç | 20 mmHg |
| Bomba de sangue arterial | |
| ³Õ²¹°ù¾±²¹Ã§Ã£´Ç do fluxo sanguÃneo | 15 a 600 mL/min |
| ·¡³æ²¹³Ù¾±»åã´Ç | ± 10% |
| ¸é±ð²õ´Ç±ô³Üçã´Ç | 5 mL/min |
| Sistema de agulha única (opcional) | Com duas bombas de sangue, pressão interna/controle da pressão com volume sistólico variável (máx. 50 mL/min) |
| Detector de bolhas de ar | Medida de transmissão ultrassônica na linha de sangue, monitoramento ótico adicional no grampo venoso |
| Bomba de heparina | ³Õ²¹°ù¾±²¹Ã§Ã£´Ç da administração: 0 a 10 mL/h Função do bolus: máx. 5 mL por bolusÌýTamanho da seringa: 20 ml |
| Circuito do fluido de diálise | |
|---|---|
| ³Õ²¹°ù¾±²¹Ã§Ã£´Ç do fluxo do fluido de diálise | |
| ³§±ð±ô±ð³¦¾±´Ç²Ôá±¹±ð±ô | 0 Ä¢¹½´«Ã½“ 300 Ä¢¹½´«Ã½“ 500 Ä¢¹½´«Ã½“ 800 mL/min |
| ´¡»å²¹±è³Ù±ð»å¹ó±ô´Ç·É*(²õ±ð±ô±ð³¦¾±´Ç²Ôá±¹±ð±ô) | Fluxo de dialisato adaptado ao fluxo sanguÃneo efetivo |
| Temperatura do fluido de diálise | |
| ³§±ð±ô±ð³¦¾±´Ç²Ôá±¹±ð±ô | 35°C a 39°C |
| Condutividade do fluido de diálise | |
| ³Õ²¹°ù¾±²¹Ã§Ã£´Ç | 12.8 a 15.7 mS/cm (25°C) |
| ·¡³æ²¹³Ù¾±»åã´Ç | ± 0.1 mS/cm |
| ¸é±ð²õ´Ç±ô³Üçã´Ç | 0.1 mS/cm |
| Componente ácido do fluido de diálise | |
| Proporção de mistura | Ajustável, por ex., 1+44, 1+34 |
| Intervalo de Ajuste | 125 a 150 mmol/L |
| Componente bicarbonato do fluido de diálise | |
| Proporção padrão da mistura | 1 + 27,6 (outras possÃveis) |
| Intervalo de Ajuste | - 8 a + 8 mmol/L |
| OCM® | Monitoramento de Clearance Online |
| Clearance precisa de K | ± 6% |
| Concentrado de bicarbonato seco | bibag® |
| Sistema do filtro do fluido de diálise | DIASAFE®plus |
| Precisão do balanceamento | ± 0,1 % de acordo com o volume total do dialisato |
| Testes de retenção da pressão | °äó¦±ô¾±³¦´Ç |
| UltrafiltraçãoÌý | |
| Taxa de UF | 0 a 4000 mL/h (em etapas de 1 mL/h) |
| Precisão do volume da bomba | ± 1% |
| Parâmetros exibidos | Meta de UF, tempo de UF, taxa de UF, volume de UF |
| Detector de vazamento de sangue | |
| Sensitividade | ≤ 0,5 mL sangue/min (Hct = 25) ao fluxo máx. de 800 mL/min |
| BPM (opcional) | |
| ³Õ²¹°ù¾±²¹Ã§Ã£´Ç do monitor | Sistólico: 30 mmHg a 280 mmHg |
| Ìý | Diastólico: 10 mmHg a 240 mmHg |
| Ìý | MAP: 20 mmHg a 255 mmHg |
| Ìý | Pulso: 20 a 245 1/min |
| ·¡³æ²¹³Ù¾±»åã´Ç | ± 3 mmHg |
| ¸é±ð²õ´Ç±ô³Üçã´Ç | 1 mmHg |
| Programas de desinfecção e limpeza** | |
|---|---|
| Enxague Temperatura/Fluxo | 37 °C / 600 mL/min |
| Enxague quente (recirculação) Temperatura/fluxo | 84 °C / 450 mL/min |
| Enxague quente integrado Temperatura/fluxo | 84°C / 450 mL/min |
| Desinfecção Puristeril® 340/plus (recirculação) Temperatura/fluxoÌý | 37 °C / 600 mL/minÌý |
* Não disponÃvel para todos os paÃses.
** Várias combinações de programas selecionáveis. Alterações técnicas reservadas.
1ÌýCapacidade de fluxo adaptado não está disponÃvel em todos os paÃses.Ìý
2ÌýHakim R, Breyer J, Ismail N, Schulmann G: Effects of dose of dialysis on morbidity and mortality. American Journal of Kidney Diseases (1994); 23:661-669
3ÌýPort F, Ashby V, Dhingra R, Roys E, Wolfe R: Dialysis dose and body mass index are strongly associated with survival in hemodialysis patients. Journal of the American Society of Nephrology (2002); 13:1061-1066
4ÌýLindley EJ, Chamney PW, Wuepper A, Ingles H, Tattersall JE, Will EJ: A comparison of methods for determining urea distribution volume for routine use in on-line monitoring of hemodialysis adequacy. Nephrology Dialysis Transplantation (2009); 24(1):211-6