Atualmente, no Brasil, cerca deÌý140 mil pessoas têm falência funcional dos rinsÌýe realizam aÌý»å¾±Ã¡±ô¾±²õ±ð. Diabetes, hipertensão arterial e doenças glomerulares primárias dos rins respondem pela maioria dos casos de falência renal.Ìý Em uma proporção menor, mas longe de serem causas raras, a doença renal policÃstica, oÌý, as vasculites sistêmicas, o mieloma múltiplo, a pielonefrite crônica e as diversas doenças obstrutivas das vias urinárias são responsáveis, também, por uma parcela significativa de pacientes necessitando iniciar tratamento dialÃtico.
Cerca de um terço das pessoas mantidas em programa de »å¾±Ã¡±ô¾±²õ±ð não têm o diagnóstico definitivo da condição que levou à falência renal, seja porque a detecção foi muito tardia, inviabilizando a investigação, ou por ser devido a uma doença renal mais rara, sem uma técnica de investigação disponÃvel ou, ainda, por não ter sido considerada uma dessas causas para se buscar o diagnóstico.
Nesse subconjunto, que podemos chamar de doenças raras responsáveis por levarem à falência renal, destacam-se:
A maioria dessas condições tem origem genética e o comprometimento renal pode ser bem precoce. Há aquelas que acometem predominantemente o sexo masculino, como as doenças de Alport e de Fabry. Para algumas, já há tratamento especÃfico disponÃvel que pode evitar ou retardar a evolução para a »å¾±Ã¡±ô¾±²õ±ð, como é o caso da doença de Fabry e das microangiopatias trombóticas.
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ÌýDr. Jorge Strogoff é Nefrologista e Consultor da Ä¢¹½´«Ã½.
CRM:Ìý 52.55273-2